Mais um teste maravilha…


Your Personality is Very Rare (INTP)


Your personality type is goofy, imaginative, relaxed, and brilliant.

Only about 4% of all people have your personality, including 2% of all women and 6% of all men

You are Introverted, Intuitive, Thinking, and Perceiving.

Ideias – Gestão de energia

Primeiro que tudo vou confessar que não realizei a minha habitual pesquisa e trabalho de casa, ou seja, não andei a verificar por essa web fora se esta ideia já existia. De tal modo, caso algum digno leitor saiba de uma implementação da idiotice que irei descrever em seguida faça o favor de utilizar a caixinha dos comentários.

Nos últimos tempos a humanidade (pelo menos 1/3 dela) tem se debruçado sobre os problemas energéticos. Surgem carros híbridos, incentiva-se a utilização de energias renováveis, exploram-se novas formas de gerar electricidade. Existem formas mais normais de poupar o nosso planeta do desgaste energético, uma deleas é rentabilizar o nosso consumo electrico e ser, mais que tudo, eficiente. (Como exemplo, poderia ir desligar a TV visto que já acabou o jogo miserável de Portugal e a esta hora sou presenteado com uma bela telenovela da TVI – desligada!).

A panóplia de equipamento eléctrico espalhado em cima do meu armário é colossal, router wireless, televisão, dvd player, playstation, modem, telefone sem-fios, box de tv, …  O pior de tudo é que estes equipamentos vêm artilhados de LEDs de várias cores. O festival é de tamanha ordem que os poucos hóspedes que por vezes pernoitam no belo sofá da sala sentem algumas dificuldades em dormir.  A situação só se agrava no desperdício energético e claro nos expressivos digitos escritos na conta da EDP.

Não seria mesmo extraordinário que aquele modo de standby dos equipamentos (TV, settopbox, router wireless, etc.) desaparecesse quando a casa estivess vazia? Os leds apagavam, a actividade cessava e o consumo energético superfluo desaparecesse?

A primeira ideia que me ocorreu foi a mais simples. Desligar os interruptores do quadro eléctrico. O acto resulta, no entanto peca por ser demasiado extremista. Existe equipamento que não queremos desligado, como o frigorifico.

O objectivo desta ideia é criar um mecanismo que permita desligar totalmente os equipamentos que desejemos quando saímos de casa. As tomadas seriam substituídas por outro tipo de equipamento. Vou-lhes chamar tomadas sem fios, que seriam iguais às normais com o acrescento de electrónica capaz de receber a comunicação ON e OFF. Sempre que determinada tomada recebesse a comunicação OFF, passaria a não deixar passar corrente, ou seja, o(s) equipamento(s) que estivessem ligados à mesma não iriam consumir energia.

Todas as tomadas seriam controladas por um outro dispositivo que seria colocado na porta de entrada/saída de casa, semelhante ao controlo do ar condicionado ou de alarmes. Assim sempre que saíssemos de casa carregariamos num ecrã táctil e desligariamos o equipamento correspondente. Poderiamos mesmo criar categorias de equipamentos e desligar os mesmo com um toque de dedo. Na medida mais extrema desligariamos todo o equipamento que estivesse ligado às tomadas sem fios.  Claro que o frigorifico seria dos poucos que estaria associado a uma tomada normal. Não queremos que os nossos preciosos alimentos se estraguem devido ao palerma que se lembrou desta ideia, ou queremos?

A origem da crise vem do Brasil

Generosa e hilariante analogia da origem da crise (fonte):

Para quem não entendeu ou não sabe bem o que é ou gerou a crise americana, segue breve relato econômico para leigo entender…
É assim:
O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça “na caderneta” aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobre preço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifu… !

Viu… é muito simples…!!!