A grande viagem II – Noruega

Finalmente consegui ter acesso a um PC mas como isto ë controlado temporalmente e o teclado e’ noruguês ( ø æ å .. lindo), este post promete ira ser breve.

Apos uma aventura no aeroporto do Porto onde chegamos atrasados e o check in ja se encontrava fechado, conseguimos pernoitar em Stansted, chegar a Oslo e realizar uma das mais belas viagens do mundo de coimboio (Oslo->Bergen). Os proximos dias prometem, visto que iremos visitar os Fjords via barco/comboio e autocarro. Agora vou ate la fora aproveitar que ainda esta de dia (23:30 pm) 🙂

A grande viagem

O passe de interrail já está comprado, após 30 minutos (literalmente) de espera atrás de um homem que pretendia comprar um bilhete para um sitio qualquer perto de Marselha e não fez o trabalho de casa. Resultado: o empregado da CP desesperadamente andava à procura de horários compatíveis para o trajecto peculiar do senhor.

Sexta-Feira pego no avião rumo a Oslo com o primeiro objectivo de conhecer a região escandinava. No dia 8 de Julho devo chegar a São Petersburgo e finalmente Moscovo.  Serão 18 dias de pura aventura apenas com uma mochila às costas, boa companhia e as viagens de avião marcadas.

Eis o trajecto:

Portugal->Inglaterra (escala)->Noruega->Suécia->Finlândia->

->Estónia->Finlândia->Rússia->Alemanha (escala)->Portugal

Tenciono iniciar-me no Mobile Blogging, ou seja, quando tiver oportunidade, via telemóvel irei dando notícias, possivelmente com uma fotografia do local onde estou.  Ainda estou à procura da ferramenta ideial para o fazer (o Shozu está com problemas na autênticação ao WordPress).

Por enquanto estou na fase de preparação e a tirar para o leitor de MP3 umas lições de Russo e Norueguês (visto que irão ser os países onde ficarei mais tempo).  Para o leitor curioso sugiro o One Minute Russian, onde rapidamente conseguimos apanhar o básico do Russo.

Update: Resoliv reactivar a minha conta do Flickr e usar um widget do WordPress para ir buscar as fotos que irei enviando. Poderão encontrá-lo do lado direito da página.

Portugal

Portugal.

10 milhões locais mais 5 milhões lá fora e arrisco-me a dizer 90% a parar quando 11 pessoas do mesmo país se lembram de dar uns pontapés na bola.

Outros lembram-se de colar uns papéis na viatura a promover o uso da mão para utilizar a buzina em protesto contra o aumento do combustivel.  O resultado óbvio é o aumento dos níveis de poluição sonora e o consequente olhar pela janela para verificar a fonte de tão incomodativo ruído.

Outros tantos milhões ligam a TV à hora do jantar e ficam embriagados pelas notícias dos telejornais onde o critério editorial e a qualidade jornalística anda pelas ruas da amargura. Por sorte, a coisa fica restringida a apenas uma hora e meia de um misto de especulação e actualidade.  O brinde fica guardado pelas sugestões de debates onde pseudo-especialistas falam de temas onde os afogamentos de conhecimento são constantes.

Mais umas quantas centenas de milhar tentam encontrar algo para se sentirem úteis durante as 8 horas (ou 7) de horário diário.  A utilidade mede-se no volume de papéis que transportam de um lado para o outro, na quantidade de emails que enviam e no ruído obtuso das constantes conversas de telemóvel. Por definição um ser produtivo em Portugal tem que reunir estas “qualidades”.

Outros tantos tentam encontrar refúgio ou justiça numa dessas casas, denominadas tribunais. Esta é a estranha forma de tocar a orquestra social, ao ritmo de um elefante sonolento. pois a clave da celeridade ainda não chegou às notas dos inúmeros advogados e juízes deste país.

Estranho país este onde vivo. Tudo se queixa e o resultado é tocar uma buzina e ver uma bola a rolar.

Mad Max

Isto está a ficar bonito...

Mas, porque é que não se aumentam os preços dos serviços se o combustivel está mais caro?

Update: “Aparentemente, não é isso que está a acontecer, com a existência de operadores a canibalizarem o mercado e a praticarem preços abaixo de custo, de tal forma que é necessário o recurso a uma medida administrativa de preços tabelados para pôr ordem no mercado”

Lisboa congelada

Local: Rua Augusta

Número de agentes: 65

Eu era um deles…

Foi uma experiência bastante diferente do normal e ouvir e ver a reacção das pessoas é algo peculiar. Recordo-me da reacção de um homem com alguma idade quando todo a gente à sua volta pára. O ar atrapalhado e finalmente saca de um sorriso quando verifica, passado uns segundos, que aquilo não era mais uma brincadeira saudável. Para a próxima estou lá.