A arte do “passar a ferro”

Descobri recentemente que utilizar um ferro de engomar para N peças de roupa (em que N>10) se torna demasiado cansativo. De facto acho que não consegui chegar às 10. Mas enganam-se os que julgam que é o acto de passar a ferro que torna a demanda tão fastidiosa. O que me enerva mesmo é dobrar as peças, verificando que o que já estivera até há pouco tempo liso, se torna, mais uma vez, numa peça digna de voltar ao “ferro”.

Dei por mim aí aos saltos, a tentar utilizar a informação dispersa para atingir o meu fim de maneira mais eficiente. Encontrei esta maravilhosa (e feia) máquina que rejeitei por completo, visto que parece algo vindo da Guerra das Estrelas. Esta prenda do Youtube é realmente fantástica, pena é que não tenha t-shirts aos pontapés para dar lhe dar bom uso. Mas a facilidade de construção permite-me pensar que um dia a hei-de montar. Por fim, algo que já experimentei e que realmente resulta, vem dos amigos japoneses. Terra do Sushi e da nobre arte de dobrar t-shirts. Arigatoo 😉

Tamanho da amostra

Hoje estava calmamente a preparar um belo repasto, quando surge a notícia de abertura do telejornal: “Três em cada quatro portugueses acha que o público é pior que o privado”.

Abanei a cabeça para verificar que realmente tinha ouvido bem, e virei os meus olhos para o aparelho de imagens, vulgo televisão. O que me chamou a atenção da frase foi a constatação do óbvio. Mas acho sempre curioso como a classe jornalista gosta de contornar as percentagens com um X em cada Y portugueses.

No meio da reportagem saltou-se um detalhe técnico da sondagem – amostra de 300 pessoas. Pareceu-me tremendamente pequeno, para um país com cerca de 10 milhões de habitantes. Dei por mim a saltar por aí a tentar perceber qual o tamanho de uma amostra necessário para determinado tamanho de universo (admito aqui o meu desconhecimento a nível de sondagens) . Encontrei esta preciosidade que até tem uns formulários todos engraçados, onde se colocam os intervalos de confiança, tamanho do universos e voilá…saí cá para fora o tamanho da amostra.

Roteiro – O minhoto

Tive oportunidade de visitar este local acolhedor na festarola deste senhor. Em pleno bairro alto a dois passos da actividade nocturna que normalmente fervilha neste lugar, o Minhoto apresenta-se como um restaurante bastante agradável.

As refeições são de qualidade acima do razoável, no entanto sobressaí o modelo/ementa de jantares em grupo, onde, se refira, está bastante competitivo: 12,50€ a 17,50€ (mediante os menus) com bebida a uma “controlada” descrição.

Copofonia (1): 9/10
Namorada friendly (2):7/10
Ambiente (3): 7/10
Música (4): 1/10
Aviso de barramento (5): Não aplicável

Classificação (6): 7/10

Ver notas do roteiro.